sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Idesab realiza 1° oficina do projeto “Descolonizando as Relações Étnico-raciais”

O Idesab vai realizar amanhã, dia 14 de novembro, a primeira oficina do “Descolonizando as Relações Étnico-raciais”, projeto que visa formar multiplicadores da idéia de que todo ser humano é igual e por isso possui os mesmos direitos e deveres, independente da cor da pele ou etnia racial.

As oficinas do projeto são voltadas à capacitação de professores, líderes de movimentos sociais populares e representantes do poder público. A proposta é formar pessoas que, por representarem grupos sociais, têm a oportunidade de repassar o conhecimento adquirido nas oficinas, formando assim, uma rede de combate ao preconceito racial no Território do São Francisco.

O objetivo do “Descolonizando as Relações Étnico-raciais” é criar de um fórum permanente de debates sobre a elaboração de políticas públicas étnico-raciais. De acordo com o coordenador do projeto, Reginaldo Rodrigues, será enviado às prefeituras dos municípios que fazem parte do território, um documento cobrando a criação e execução de leis no combate à discriminação racial.

Além de discussões sobre a igualdade racial, o projeto vai propor e exigir do poder público melhorias nas áreas de saúde, educação, questões agrárias e a aplicação da lei n° 11.645, que dispõe sobre a implantação da História da África em disciplinas do currículo escolar.

Cinema na Praça marca reinicio das atividades do projeto “Tenho mais o que fazer”

Pais e adolescentes dos bairros São Geraldo e Jardim Universitário se reuniram com representantes do Idesab, quarta-feira, dia 11 de novembro, para discutir o reinício das atividades do “Tenho mais o que fazer”, projeto social que envolve meninos e meninas destes bairros.
De acordo o pedagogo, coordenador do projeto, Reginaldo Rodrigues, a primeira ação, nesta fase, é a realização do Cinema na Praça, que exibe filmes nacionais, voltados à reflexão sobre o cotidiano das crianças e adolescentes. As seções acontecem a cada quinze dias, na Praça Antonio Marcelino de dos Reis, localizada no bairro São Geraldo. A primeira será sábado, dia 21 de novembro, com o filme Tapete Vermelho. 

Além do cinema, o projeto vai contar com oficinas de literatura para os meninos e meninas, e palestras sobre os Direitos das Crianças e dos Adolescentes para os pais. Segundo Rodrigues, o objetivo do “Tenho mais o que fazer” é despertar nas pessoas a consciência crítica em relação aos problemas da comunidade, mostrando a necessidade de cobrar do poder público, ações efetivas. 

O projeto também prevê a implantação de uma rádio comunitária, que será o espaço para reivindicação de melhorias para os bairros São Geraldo e Jardim Universitário, discussão de temas de relevância social e divulgação da cultural local.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Projeto de combate a violência doméstica contra crianças e adolescentes ganha apoio no território do São Francisco.

Representantes de Secretarias de Educação e Ação Social, Conselhos Tutelares, Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) de cidades baianas do Território do São Francisco participaram ontem, dia 29 de outubro, no Ciam, da apresentação do projeto “Violência Doméstica não educa, diálogo sim”.
Os participantes do evento discutiram soluções para o enfrentamento da violência doméstica contra crianças e adolescentes, o papel do educador neste contexto e se comprometeram em contribuir para a execução do projeto em suas cidades, divulgando e participando da seleção dos mil professores e 150 atores do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente
e conscientizando as pessoas dos danos psicológicos causados em meninos e meninas vítimas da violência doméstica.
O Território do São Francisco é composto pelos municípios de Juazeiro, Casa Nova, Sento-sé, Pilão Arcado, Campo Alegre de Lurdes, Canudos, Remanso, Uauá, Curaçá e Sobradinho.

Saiba mais sobre o projeto “Violência Doméstica não educa, diálogo sim”